Sustentabilidade e a vida na terra

Não tem como negar que nos últimos anos a vida na terra está iniciando um período de colapso.

Consequência de anos e anos destruindo e afetando o meio ambiente, até chega rem um momento que houve uma resposta da natureza.

Já está nítido as mudanças e elas começam a afetar a vida cotidiana de muitos, o calor exessivo em muitos lugares, o período de chuvas que está menor a cada ano e que consequentemente começa a afetar as produções de soja, milho e etc…

Alguns especialistas afirmam que a humanidade como a conhecemos pode ter menos de 40 anos restantes, caso não haja uma mudança drástica nos padrões de consumo e preservação do meio-ambiente. A conclusão está em uma pesquisa que prevê um colapso total da nossa sociedade devido à combinação de fatores como a destruição das florestas, o crescimento populacional e o ritmo acelerado de consumo de recursos naturais.

Ou seja se não houver uma mudança drástica em nossos modos de consumo e de empresas o fim vai chegar mais rapido do que imaginamos.

Na visão dos especialistas, o ritmo atual de destruição das matas deve levar ao desaparecimento completo das florestas entre 100 a 200 anos no futuro. Entretanto, muito antes disso, os sistemas de suporte de vida no planeta devem receber o impacto da redução da natureza em termos de produção de oxigênio, reservas de carbono, regulação do ciclo hídrico e conservação do solo. Esse processo também levaria à extinção de espécies e mudanças ambientais que reduziriam a quantidade de comida disponível, daí a ideia de que temos poucas décadas de estimativa para a nossa própria sobrevivência.

Basta que o planeta aqueça três graus Celsius para o colapso, provocado especialmente pelo derretimento de calotas polares, o desaparecimento de corais e o comprometimento da já ameaçada floresta amazônica.

 

2050 apresenta um cenário de completo caos. Ainda existe um pequeno espaço para  mudança, que depende, porém, de uma mobilização global”.

  • O que podemos fazer para tentar reverter essa situação?

Primeiramente seria preciso uma ação politica de todos os governos do planeta, para diminuição de gases de empresas e de produtos tóxicos a natureza, mas também de extrema importância a colaboração da sociedade.

Aonde seria importante aderir a 5 passos:

1 – Individual – Menos consumismo. Reduzir a busca desenfreada de ter sempre o mais novo, o maior, o mais bonito, um de cada. Dar mais ênfase ao ser do que ao ter.

2 – Coletivo – O que se faz em uma parte do planeta vai afetar outras. Pensar que o planeta é compartilhado. Parar de querer levar vantagem em tudo. Pensar que o planeta é compartilhado e cada um tem que fazer a sua parte para mantê-lo em boas condições.

3 – Político – O poder público deve atuar em prol do bem comum, não em busca de vantagens políticas, poder e vantagens financeiras. “O governante precisa assumir o papel de representante do povo e trabalhar pelo bem comum, o que tem sido raro em vários cantos do planeta”, argumenta Dziedzic.

4 – Privado – Na iniciativa privada, as empresas podem equilibrar a busca incessante pelo lucro com a justiça social. É claro que a empresa precisa sobreviver, precisa ter lucro, mas o lucro não precisa crescer o tempo todo e se buscar cada vez melhores resultados financeiros; dá para pensar em distribuir esses ganhos entre quem faz a organização, que são as pessoas. “Se todo mundo crescer junto, a empresa vai sobreviver e a longo prazo ser tornar mais lucrativa, porque terá mais pessoas em condições de consumir os seus produtos”, ressalta.

5 – Internacional – É preciso buscar um acordo, uma boa convivência planetária. Um conglomerado de governantes nacionais que se reúnam pelo bem do planeta, deixando de priorizar somente o lucro e o poder.

Fontes: valorinveste.globo.com / canaltech.com.br / hypeness.com.br /centralpress.com.br

Imagens: hypeness.com.br / pinterest

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