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Dieta e estilo de alimentação: é Agro, é Tech, é Pop e é Tudo.

Muito se fala sobre estilo de vida saudável através de mudanças de hábitos alimentares. As famosas “dietas” tão citadas em redes sociais e por profissionais da saúde.
Ante a isso, existem também críticas e debates relacionados sobre esses alimentos que chegam a mesa do brasileiro, principalmente sobre a carne tão mencionado pelos adeptos a alimentação vegana/vegetariana. Ressaltando que o intuito aqui não é debater escolhas de estilo de vida.

Basicamente, os veganos comem cereais, frutas, legumes e qualquer outro alimento que venha das plantas, além de algas e cogumelos. Pois, eles não consumem nada de origem animal, nem carnes, leite e derivados do leite, ovos e derivados do ovo, mel ou qualquer outro produto oriundo da exploração animal. Atualmente, está sendo adotado o hambúrguer vegano, meio que utilizam para combater o abate de animais em matadouros pela pecuária.
Assim como as demais dietas, Low Carb, Cetogênica, Déficit Calórico e assim vai, todas estão ligadas a agricultura e a pecuária, todas dependem da produção desses alimentos.

Escolha de estilo de vida alimentícia deve ser de forma espontânea e sempre em busca de melhorias de vida, pode ser por estética ou de saúde. Dizer que tal alimento “mata”, faz mal é completamente extremo, se fosse assim, nossos antepassados seriam bem mais doentes, sendo que, devido a industrialização muitos buscam seus alimentos de forma “pronta”, fast food, delivery e vai. E ressalta-se que, ambos estilos de alimentação saudável ou não dependem da produção desses alimentos pra chegar na mesa do brasileiro.

Está claro que, de uma forma ou de outra, a humanidade deve se alimentar e isso gera inevitavelmente um distúrbio na natureza, seja para substituí-la ou para intervir nela. E quando nossa população cresce com faz há séculos, de um modo irresponsável ou desentendido da capacidade de carga do planeta, a agricultura se transforma no mecanismo mais fácil para fornecer alimentos em grande escala e, em consequência, com grande impacto ambiental.
Já existem formas mais amigáveis de cultivar, mas não se praticam em grande escala e menos no contexto de crescimento populacional mundial.

Também existem formas menos sangrentas de matar os animais, mas quando se é sensível, até a eutanásia programada dói. O certo é que existem técnicas para aplicar uma “morte humanitária”, que é imediata, evitando maus-tratos, crueldade e agonia. Se aplicadas nos matadouros ou “criadouros”, poderia evitar os maus-tratos e a agonia que caracteriza muitos deles.

Não existe o desenvolvimento humano com impacto ambiental zero: para que nós possamos viver, muitas formas de vida devem morrer. Essa afirmação é chocante, mas é uma das verdades mais óbvias da ecologia, que é a ciência que estuda as relações dos seres vivos entre si e com seu ambiente. A expansão da raça humana é como um todo, não só na alimentação mas em tudo, até no petróleo do carro e assim vai, roupas, calçados, construção de moradias e tudo. Conclusão somente é essa, enquanto o “homem” existir, a natureza de alguma forma ou outra será prejudicada.

Sinceramente, a solução para tudo seria extremamente a paralisação do aumento da população humana e também que toda a raça humana parasse de se alimentar. O qual já sabemos que está completamente fora de cogitação.
Nosso mundo real é imperfeito e não temos outro. É difícil mudar se nós não mudarmos. E atacar o Agro jamais será a solução desse tão imenso debate. Não é apenas por uma questão de economia, pois sabemos bem que as áreas de saúde e agricultura, são atividades consideradas essenciais para a sociedade, conforme decisão do Governo Federal. Muito bem notada na pandemia que nos encontramos.

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