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II Congresso Brasileiro de Dor Orofacial

Nos dias 22 e 23 de maio de 2015 tivemos a grata oportunidade de participar do II Congresso Brasileiro de Dor Orofacial no Hospital Hisraelita Albert Einstein, em São Paulo. O evento reuniu grandes nomes da odontologia nacional e internacional, expondo e debatendo recentes trabalhos científi cos e novidades, referentes à avaliação, testes, diagnóstico e tratamento de disfunções temporomandibulares - DTM, bruxismo, cefaleias, síndrome de apneia obstrutiva do sono, uso de toxina botulínica, dispositivos e placas intraorais, farmacologia, acupuntura, cirurgias e reabilitações, tratamento transdisciplinar e parceria com medicina, fi sioterapia, psicologia, enfi m uma rica troca de conhecimentos e experiências. Vários trabalhos científicos reforçaram a necessidade de se buscar melhorar a qualidade de vida do paciente, principalmente em relação a sua postura corporal, sono reparador, prática regular de exercícios físicos. Comentou-se sobre a alta taxa de automedicação que foi também comprovada nas pesquisas, a qual pode levar a uma cronificação (modulação) da dor pelo SNC, causando uma dependência e necessidade cada vez maior de medicamentos, e desse trabalho foi citado, com relevantes resultados positivos e reconhecimento na medicina pela sua eficiência, a implantação de recursos terapêuticos complementares como a acupuntura e as práticas de meditação e ioga, os quais diminuem os quadros dolorosos e assim o abuso do consumo de fármacos, sendo que essas práticas auxiliam sobremaneira na sensação de bem-estar geral do indivíduo como um todo, contribuindo para o restabelecimento da saúde ( OMS - Organização Mundial de Saúde define saúde não como ausência de doença, mas como a situação de um perfeito bem-estar físico, mental e social). Como resumo geral pudemos concluir que, como na maioria das áreas da saúde, o correto diagnóstico feito por exames adequados, profi ssional habilitado, orientação sobre a situação e possibilidades de tratamento – considerando-se que a maioria dessas desordens não são curáveis e sim, controláveis - promovendo aceitação, motivação e participação efetiva do paciente, são fatores decisivos para o sucesso e controle das disfunções e dor orofacial.

Bodas de Ouro: José & Zilda

ED:11/09/2017

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